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As Aventuras De Um Rapaz Distraído

Lifestyle, Cultura, Livros e Sociedade!!! :)

20
Set18

Recordar Into the Woods

João Martins

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Hoje, decidi voltar a visionar o filme «Into the Woods» de 2014…

 

Por volta de 2012 ou  2013, o diretor e coreografo Rob Marshall foi convidado pela Disney para adaptar o musical da Broadway «Into the Woods». Na altura chegou a dar bastante polémica na comunidade americana de cinema , mas o resultado final da longa metragem agradou a todos.

O filme retrata a história de um padeiro (James Corden) e a sua esposa (Emily Blunt), que descobrem que foram amaldiçoados por uma bruxa (Meryl Streep), que lhes  colocou um feitiço,que os impedisse de ter filhos.  Para quebrar o feitiço, estes, devem entrar no bosque e conseguir vários objetos. Durante o percurso acabam por encontrar vários personagens como o Capuchinho Vermelho (Lilla Crawford) e o misterioso lobo (Johnny Depp); João Pé de Feijão (Daniel Huttlestone) e a sua mãe (Tracey Ullman); Rapunzel (Mackenzie Mauzy); e a infeliz Cinderella (Kendrick), que vê que o príncipe encantado (Chris Pine)  não é bem o que ela pensava ser.

Elogio a produção de Marshall- efeitos especiais, figurinos, maquilhagem-, mas a adaptação, argumento e guião deixou muito a desejar. É incrível e mágico, ver no grande ecrã, algumas das personagens da nossa infância que mais gostamos. Quem conhece o Musical da Broadway, sabe que não correu como o pretendido tanto pelo diretor como pela Disney.

O filme como é um musical, de diálogo também cantado, torna-se na minha opinião, um pouco massudo e repetitivo nas melodias!

Muitos espetadores do filme, consideram que existiu uma desconstrução dos personagens e da marca Disney. O que é completamente verdade! O musical original da Broadway é assim que está construído. Notou-se algum esforço, por parte, de Marshall, em suavizar alguns pormenores, mas o que é certo é que em algumas cenas este objetivo não foi concretizado.  Alguns críticos de cinema, consideram que a culpa foi dos estúdios, envolvidos na produção do filme, nunca antes associados à Disney.

Eu confesso que gosto bastante do filme, da banda sonora e acho piada a toda esta confusão de ideias e críticas. É o que acontece quando juntamos dois grandes nomes como a Broadway e a Disney, com os seus clássicos.

 

Em geral, é uma ótima produção, mas uma execução bastante medíocre!!! Salva-se um excelente trabalho da parte dos atores e uma magia única!!! 

 

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12
Ago18

The Post

João Martins

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Hoje recordo o dia em fui ver The Post ao cinema, um filme de Steven Spielberg com Meryl Streep e Tom Hanks como protagonistas e nomeados para os Oscars de Melhor Filme e Melhor Atriz.Simplesmente brilhante e bastante relacionável com a atualidade vivida nos USA, 

Destaco, já no inicio deste texto, a audácia do realizador e dos atores por tentarem inovar, de alguma forma, as técnicas já tão exploradas no mundo do cinema.

O filme retrata o caso dos “Papéis do Pentágono” e a de Katharine e Ben, do jornal The Post, em relação à exposição pública de um dos maiores segredos governamentais da Guerra do Vietname.

Katharine Graham, papel interpretado por  Meryl Streep, é responsável pelo The Wahsington Post durante o período do seu declínio, quando o jornal deixa de ser um negócio de família para se transformar num gigante da imprensa americana.

Mrs Graham juntamente com sua administração masculina, que a menospreza, terá que decidir sobre a publicação dos documentos já referidos, colocando em risco a sua família e o seu legado, mas ao mesmo tempo salvando a liberdade de imprensa. É um filme que, embora com um fim previsível, deixa o teu coração aos pulos.  É de louvar o excelente  acting dos atores  e o trabalho da produção, principalmente do diretor de fotografia Janusz Kaminski, ao tentar aliar  momentos de  suspense com a classe conferida às personagens.

Ben Brandlee (Tom Hanks), o editor executivo,é  responsável por descobrir os documentos e atacar, de uma forma limpa, a verdade. Hanks  tem cenas de humor com variadíssimos atores, que interpretam jornalistas da redação, dos quais destaco Bod Odenkirk.

Spielberg, volta a acertar com uma ideia de génio, ao juntar Streep e Hanks, dois astros da representação cinematográfica. É  importante referir que estes dois atores nunca trabalharam juntos, apenas o desejavam. A primeira cena, juntos, é entusiasmante: num cenário de restaurante, carregadíssima de diálogo, apelando à emoção; em backgroud aquele fumo ambiente típico dos anos 70, provocado pelos cigarros, como maneira de lhes dar mais destaque e credibilidade.

É incrível a forma delicada e entusiasmante como o realizador faz o filme!

Um movie apaixonante, embora de difícil compreensão, que aconselho a todos .

The Post - https://itunes.apple.com/us/movie/the-post/id1329094918

 

 

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29
Jul18

THE SHAPE OF WATER

João Martins

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Hoje vou escrever-vos sobre o recente filme de Guilhermo del Toro «The Shape of Water», nomeado e vencedor de Melhor Fotografia nos Oscars. Este filme mostra-nos a história de senhora de limpezas, muda, que se perdesse de amores por uma criatura misteriosa.

The Shape  of Water desenrolasse nos inícios dos anos 60. Naquela época, os Estados Unidos estavam envolvidos na Guerra Fria com a União Soviética, o Movimento dos Direitos Civis estava em andamento e, em uma base militar, uma simples mulher chamada Elisa, interpretada pela atriz Sally Hawkins, está prestes a ter uma experiência que mudará a sua vida para sempre. Um ex- soldado - Michael Shannon, o ator por detrás da personagem Strickland faz uma nova descoberta, uma estranha criatura anfíbia (Doug Jones).

O filme é envolvente, emocionante e romântico, mas às vezes um pouco chocante.

Se estamos atentos e se temos algum conhecimento cinematográfico, rapidamente percebemos que este filme tem influências de «Romeo and Juliet», «Beauty and the Beast», «ET», «Avatar» and «La La Land».

Eu escolhi este filme porque sou um verdadeiro fã de filmes de romance, drama e fantasia e este filme combina todos os meus gostos. Conheci um novo diretor, Guillermo del Toro, agora sei que ele fez outros filmes campeões de bilheteria, mas ele era desconhecido para mim.

Del Toro estava a competir com outros diretores como Steven Spielberg.

Gostei muito do seu discurso, quando recebeu o Oscar de melhor diretor e cito: “I am an immigrant. The best thing our industry does is to help erase the lines in the sand when the world tries to make them deeper.”

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13
Jul18

Wonder Movie

João Martins

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No dia 6 de Janeiro de 2018 fui ao Arrábida Shopping ao cinema UCI, no Porto, ver o filme «Wonder Movie». Confesso que estava “em pulgas” para o assistir!!! Na versão portuguesa intitulado de «O Encantador»- conta com um elenco de luxo: Jacob Tremblay (Auggie), Julia Roberts (Isabel), Owen Wilson (Nate), Izabela Vidovic (Via) e a realização ao encargo de Stephen Chbosky.

O filme conta a história de um menino chamado August Pullman, que nasceu com uma doença rara que lhe afetou o aspeto do rosto e depois de várias cirurgias fica com enormes cicatrizes, o que o faz ter vergonha de si mesmo. É um filme muito bom, que nos faz refletir sobre o nosso papel no mundo; aconselho a ver, para quem ainda não teve a possibilidade de o fazer.

Lembro-me que quando assisti ao filme, vieram-me, logo, as lágrimas ao rosto. Na viagem que fiz de Ovar para o Porto nesse dia, tive uma conversa com a minha mãe bastante emotiva sobre o ser humano e a maneira como este lida com os sentimentos, o que fez com que ficasse bastante “frágil”. Resultado...tudo o que viesse de seguida, que apelasse ao coração, fazia com que eu ficasse comovido. Foi só choradeira!!! 

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O nosso Auggie de 10 anos enfrenta o maior desafio da vida dele, até ao momento- a ida para a  escola, e acaba por mostrar aos seus colegas e professores que a beleza de uma pessoa não está apenas na aparência física. Através dele os seus colegas e a comunidade geral contactem com conceitos como a aceitação e a não- discriminação.

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Mal, o filme começa, encontramos retratados o preconceito e o bullying, tão comuns atualmente, no mundo das crianças e dos adultos e com o desenrolar da ação entendemos que estes problemas são causados na maioria das vezes pela má educação dada a cada individuo. Ao mesmo tempo, a história mostra-nos também que por mais influenciadas que as crianças possam ser, conseguem perceber a gravidade dos seus atos e são capazes de mudar, ao contrário de alguns adultos que vemos por aí...

É um filme que nos toca a todos de um jeito muito especial, e ao qual não conseguimos ficar indiferentes. Jacob volta a fazer um excelente trabalho, enquanto ator, é de mestre a forma como ele passa os sentimentos de Auggie ao espectador!

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“Quando eu estava na barriga da minha mãe, ninguém tinha nem ideia de que eu iria nascer com esta cara…”

Destaco esta frase do filme, pois faz-nos lembrar que somos todos iguais por dentro (estrutura óssea e muscular) e nascemos e morremos da mesma maneira. Para quê o ódio? Para quê o preconceito e a discriminação? Porque é  que o aspeto físico e a aparência molda  o modo como os outros nos vêm?

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Fiquei bastante fascinado com as cores e a forma como o filme está construído. Este tranduz, em diferentes momentos, a maneira como cada elemento da família se sente em relação ao pequeno August. O nome do personagem, traduzido para português, Agosto - passa a ideia de luz, vida, alegria... Concordo plenamente com a ideia defendida no fime, os problemas não podem ser vividos somente na obscuridade.

De uma forma simples e infantil, a audiência recebe 2 horas de reflexão e de lições de moral! Um filme divertido para todo a família, um tempo bem passado, que aborda temas da atualidade bastante sérios.

Irei deixar, abaixo, o filme para o poderem comprar no Itunes e assistir para quem ainda não o fez: https://itunes.apple.com/us/movie/wonder/id1308636613





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